A conclusão de uma longa caminhada

Hoje terminei de estudar o Velho Testamento da Bíblia junto com o meu marido Rodrigo.

Ele é quem saca muito e me esclarece sobre várias coisas. Inclusive, comparando as Escrituras Sagradas com fatos da História Antiga.

Foi uma grande aventura literalmente. Começamos a leitura há pouco mais de dois anos e demorou tanto assim por causa das minhas “viagens” durante os estudos. Rodrigo tinha que repetir a passagem lida porque, com frequência, eu me dispensava.

Às vezes, os textos ficavam bem chatos. Na parte então das genealogias, era um pé no… Mas mesmo assim continuei.

Gostei muito de Genesis e das histórias das mulheres nos outros livros, tipo as narrativas sobre Débora, Ruth e Ester. Porém, o meu favorito é o Cântico dos Cânticos.

Daniel também é bom. Gostei muito da passagem em que ele pede para os seus três companheiros orarem por ele antes de encontrar-se com o rei Nabucodonosor (Dn 2:17-18). Isto mostra a força da prece dos amigos.

Quanto a Jonas, achei o profeta o maior fanfarrão. Ele tentou enrolar Deus quando embarcou naquele navio achando que poderia fugir do seu compromisso. Porém, o pior na conduta dele foi a falta de misericórdia pelas pessoas.

Uma das frases bíblicas do AT que me identifico está no começo do capítulo 3 de Eclesiastes, a qual diz:

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu”

Em relação aos Salmos, o que mais aprecio não é o 23 e nem o 91, mas o 24 que fala da vinda do Rei da Glória que é Deus. Cito aqui o louvor no versículo 7:

“Levantai, ó portas, às vossas cabeças; levantai-vos, ó postais eternos, para que entre o Rei da Glória”

Agora partiu Novo Testamento. Não devo começar para iniciar a leitura do Evangelho de Mateus.

Beijos.💋

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Meio “out”

Andei meio fora do ar. Tive alguns problemas com medicações que costumo usar para transtorno bipolar e outras coisinhas mais que vêm acompanhando o meu distúrbio, como pânico, fobia social, tristeza profunda, desejo de suicídio.

Graças a Deus, estou melhorando. Conheci um outro médico que, aos poucos, está mexendo na medicação e estou evoluindo também aos poucos.

Ele é uma boa pessoa, um bom médico. Preocupa-se com os pacientes. Seu atendimento é ótimo pois, mesmo no SUS, a consulta dele é de qualidade.

Meu médico anterior, aquele sobre quem havia escrito aqui numa outra postagem, foi transferido para a unidade de saúde dos “malucos beleza” (pro CAPS). Então, resolvi buscar acompanhamento terapêutico com o atual, como já relatado acima.

Ainda sinto medo de dar tilti por causa dos remédios pois tomo muitos. Sempre que falam em mudar alguma medicação, fico cabreira. Nunca sei qual a reação do meu organismo.

Fora isso, não tenho muitas novidades para contar porque só estava saindo acompanhada e nem sempre as pessoas estão à minha disposição. Fui a algumas consultas médicas de outras especialidades, estou prestes a declarar uma guerra ao Unimed (depois conto o motivo) e comemorei o dia das mães no último domingo.

Ah! Antes que eu esqueça, dei uma breve passada pelo Centro de Angra dos Reis na segunda-feira com o meu marido. Conheci a Igreja de Santa Luzia com mais de 350 anos de fundação. Ela é pequena e aconchegante, uma gracinha.

Fico por aqui. Ótimo fim de semana pra vocês.

Beijos.

A comemoração

Não é mais tão gostoso comemorar o aniversário quando se chega em determinada idade. Fica sem graça. A gente vai ficando mais velho, o cabelo branco começa a aparecer, doi aqui e ali, aumenta a mensalidade do plano de saúde, as rugas vão discretamente surgindo e por aí vai. O bolo lindo, mas você nem pode comer um pedaço grande porque engorda.

No entanto, a parte boa é a presença das pessoas amadas que ontem estavam todas aqui a exceção dos grandes amigos que moram todos bem distante. Sinto muito a falta deles.

O bolo estava uma delícia!.) Só faltou o guaraná. Era de coco com doce de leite e pedacinhos de uva em cima.

Minha mãe, graças a Deus, estava num dia de ótima saúde e de bom humor. Foi uma bênção só. Chegou a comer dois pedaços do bolo. Até me surpreendi.

Já a minha irmã teve que comer menos pois está ficando meio gordinha. Porém, o meu amor “meteu o pé na jaca”, como se diz por aqui.

No final, tomamos um delicioso chá de erva cidreira. Ótimo para ajudar na digestão. E ficamos conversando até tarde. Foi uma delícia esta parte. Mas saber que estou ficando maia velha é dramático.

Ano que vem, vou começar a regredir. Não mais contarei para frente. Diminuirei a cada aniversário até voltar a ter um aninho. E conto com a vaquinha dos amigos para fazer a plástica.

Beijos e até o próximo post.💋

Mais um ano

Hoje começa mais um ano em minha vida.😁

É o meu aniversário!!!!!!!😊

Sempre gostei de comemorar este dia, de receber parabéns e de saber que as pessoas lembram-se desta data.😀

Quando mais jovem, eu, um mês antes do níver, começava a ansia-lo para que ninguém esquecesse. Esperava, quem sabe se, de repente, rolasse um presentinho.🎁

Adoro presentes!!!!! Só que quase nunca era presenteada. As pessoas não gostavam de gastar seu rico dinheirinho comigo. Até hoje, não sou de ganhar presentes.😭

Ia fazer um bolo de laranja hoje. Porém, não encontrei a receita. Então, depois de muito tempo, lembrei da internet e consegui uma que farei no sábado.🍰

Acabei almoçando no começo da tarde e comendo biscoito wafer. Fiquei ansiosa pela chegada do meu marido para ver se ele traria flores para mim, mas esqueci que ele está duro.😣

Nossa noite foi comendo batatas cozidas e agora estou abrindo um pacote de Oreo. O bolo, como já disse, ficará para sábado.🎂😉

Beijos.💋

Viver a vida como?

Estava lendo um artigo sobre o pensamento do filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard em que ele fala sobre nos preocuparmos mais com o problema de viver a vida do que com a tentativa de encaixar-nos na ordem social. E recomenda que façamos isso apaixonadamente.❤

Refletindo sobre o texto, senti um enorme alívio como se estivesse tirado um imenso peso de minhas costas. Isto porque viver a vida não requer tanta dificuldade. Lógico que pede responsabilidades, claro, mas não que aceitemos a loucura imposta pela sociedade em nos padronizar.😧

Não somos obrigados a sermos iguais. Graças a Deus, fomos feitos diferentes uns dos outros e devemos seguir essas diferenças tendo orgulho do que somos. Óbvio que não devemos ter medo de nos aperfeiçoarmos, o que faz parte de viver a vida.😉

“Apaixonadamente”, isso é brilhante! Viver apaixonadamente traz uma leveza que só sente quem de fato já se apaixonou. E se apaixonar pela vida é senti-la por todos os poros. Com muito mais intensidade do que quem apenas vive de modo mecânico e superficial.😍

Tenho mais coisas para escrever. Só que não consigo expressar agora. Fico por aqui e até a próxima.😎

Beijos.💋

Meu dia

Pra quem vive um dia após o outro na monotonia, hoje foi diferente. Sui generis, diria.

Na tarde deste sábado, fui ao Centro de Mangaratiba conhecer e curtir o evento cultural chamado de Beco Livre. Chama-se de “beco” porque tudo começou há um ano atrás numa pequena travessa denominada de Beco da Poesia e depois foi se estendendo em direção à orla marítima.

Tem barraca de tudo: vela aromatizada, jóias de prata, sapatos, roupas de crochê, brechós, livros novos e usados, e muito, muito, o que comer. Adorei as peças de prata e, na barraca da vela, comprei uma toda colorida que vem dentro do copo.

Aliás, tinha também algumas barracas de artesanato. Em uma delas, fiz um curso de mandala. E, graças ao aprendizado, hoje sou dona da minha mandala.

Durante o passeio, encontrei com várias pessoas. Foi muito agradável! Parei para conversar com muitos companheiros. E claro! Com gente que nunca tinha visto mas que são amigos do meu marido Rodrigo.

Perto do horário de ir embora, encontrei com minha irmã. Ela continuou passeando e eu fiz amizade com uma moça que vende de doces assim como eu gostaria de fazer. Ela me ensinou a fazer bolo de pote. Muito educada!

Voltei pra casa porque já não aguentava mais de dor no pé esquerdo. Eu tinha sismado de ir ao evento de salto e isso prejudicou um pouco o meu bem estar. Porém, foram horas bem agradáveis na companhia do meu marido e de pessoas legais.

Pretendo ir a outras edições desse evento pois achei bem interessante e instrutivo.

Fui parar no Dona Marta!

Hoje saí de casa a fim de ir ao meu cirurgião para ser reavaliada pois havia quase dois anos que não ia nele depois de ter passado por uma bariátrica.

Seu consultório fica em Botafogo, bairro da Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, próximo do morro Dona Marta ou Santa Marta (até hoje não sei qual é o certo). E, nas vezes anteriores que fomos lá, o meu marido Rodrigo sempre teve curiosidade de andar num bondinho que sobe até o alto da comunidade.

Pronto! Este foi o dia! Quando saímos da consulta, fomos até lá fazer o passeio.

Primeiramente nos informamos logo na entrada do morro Dona Marta sobre como chegarmos até o mirante. Indicaram o caminho até o bondinho e andamos um tantão até à estação inicial. Depois, ficamos na fila aguardando.

O bondinho partiu dali cheio transportando também material de construção. E enquanto a condução subia inclinada sobre trilhos, conversávamos sobre a vista que ia se formando a cada metro percorrido.

Notamos que duas mulheres no bonde conversavam em inglês e uma delas parecia ser brasileira. Resolvi interagir com esta e verifiquei que a mesma é guia turística e a outra uma visitante russa. Rodrigo e ela conversaram bastante sobre o turismo no bairro Botafogo e na favela.

Subimos juntos até à última estação. Chegando lá, Marisa (a guia) nos informou que para irmos até o mirante seria preciso percorrer uma trilha de no mínimo uns 20 minutos andando pelo mato.

Eu não estava muito afim de fazer caminhada e Rodrigo trajava um look social. Ou seja, nada a ver com uma andança de 20 minutos no meio do mato embora ele goste muito de fazer trilhas.

Lá do alto, dava para ver a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Cemitério São João Batista e um pedaço da Praia de Copacabana, além de boa parte do bairro de Botafogo. Logo depois da estação, deparamos com um campinho de futebol e, segundo Marisa, hoje seria o dia de jogarem os gringos com as crianças locais.

Fomos descendo pelas escadarias da comunidade seguindo Marisa. As casas eram bem pobres, mas não pareciam exalar tristeza. Ela chamou a atenção para uma delas que era toda feita de lata de óleo de cozinha com barro, construída numa época em que, provavelmente, o seu morador nem tivesse dinheiro para comprar tijolos.

Chegamos enfim à lage onde o saudoso cantor Michael Jackson certa vez gravou um vídeo clipe em meados dos anos 90. O espaço é muito bem conservado, tem uma estátua do pop star e um mosaico lindo com o busto dele feito por um renomado artista brasileiro também já falecido.

No caminho da lage do Michael Jackson, há uma loja vendendo produtos gravados com o desenho e o nome da comunidade, bem como da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil. Vi um monte de coisa linda. Fiquei louca num avental mas estava dura.

Despedimo-nos de Marisa e fomos até à estação de número 4 embarcar no bondinho para descermos. Rapidamente chegamos na parte baixa do morro e fomos a pé até o Metrô a fim de retornarmos para casa.

Por enquanto é só. Beijos e até o próximo post.